
O acesso ao capital consolidou-se como o principal factor de risco e oportunidade para o sector mineral brasileiro em 2026.
Segundo estudo da EY, a selectividade dos investidores e o custo elevado do dinheiro forçaram os executivos locais a adoptarem uma postura pragmática, priorizando projectos brownfield e M&As em vez de explorações do zero.
Enquanto a complexidade operacional lidera as preocupações globais devido ao exaurimento de depósitos superficiais, o Brasil emerge como um destino estratégico friend-shore para minerais críticos, apoiado pela sua matriz energética limpa e neutralidade geopolítica – factores que agora pesam tanto quanto o balanço financeiro nas decisões de alocação de recursos.
Jornal TV