
Angola é, desde 10 de Fevereiro de 2026, membro de pleno direito número 86 do Fórum Intergovernamental sobre Mineração, Minerais, Metais e Desenvolvimento Sustentável (IGF, na sigla em inglês).
O IGF é uma parceira voluntária integrada por mais de 80 países membros, entre os quais algumas das mais importantes jurisdições mineiras do mundo.
A organização apoia governos no desenvolvimento de políticas e regulamento eficazes para o sector, abarcando todo o ciclo de mineração, que vai da prospecção ao fecho das minas, da mineração artesanal às operações em grande escala.
A adesão de Angola a este órgão vem reforçar o compromisso do Estado angolano com uma “indústria mineira responsável, transparente e sustentável”.
“Esta adesão vai proporcionar ao país assistência técnica, formação e avaliação de políticas públicas com o objectivo de garantir o fortalecimento da governação do sector e, ao mesmo tempo, melhorar a criação de valor local e garantir que a indústria mineira contribua plenamente para o desenvolvimento inclusivo e sustentável”, considerou o governo angolano, através do ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, signatário do formulário de adesão, em acto testemunhado por Isabelle Ramdoo, Directora do IGF.

Angola, reforçou o governante angolano, conta com um considerável, rico e variado portfólio, que vão desde os diamantes, ferro até aos minerais críticos essenciais para a pretendida transição energética global, daí a decisão de adesão à plataforma.
“À medida que continuamos a promover a mineração responsável e a atrair investimento sustentável, reconhecemos o imenso valor da colaboração e da partilha de conhecimento”, reconheceu Diamantino Azevedo.
Na ocasião, a Directora da IGF reconheceu e saudou o papel e a adesão de Angola no organismo enquanto país que tem vindo a promover a criação de leis, políticas e regulamentos eficazes do seu sector mineiro com transparência, inclusão e sustentabilidade.
“Angola junta-se a uma comunidade global, que trabalha em conjunto para transformar recursos minerais em motores de desenvolvimento sustentável”, frisou Isabelle Ramdoo.