
Actual presidente do grupo Hancock Prospecting e herdeira de Lang Hancock, explorador de minério de ferro, a bilionária australiana Gina Rinehart adquiriu mais de US$ 1 bilião em acções na SpaceX, ligando a empresa a uma das gigantes de tecnologia do mundo. O investimento ocorreu após a oferta pública inicial (IPO) recorde da SpaceX na Nasdaq, e com procura muito superior à oferta, que Hancock descreveu como a maior da história.
Ao anunciar a decisão, a presidente executiva da Hancock Prospecting afirmou que a empresa considera a SpaceX e o seu fundador, Elon Musk, como empresas na vanguarda da inovação e um factor-chave para o crescimento económico futuro.
“Parabenizo Elon Musk por este IPO pioneiro mundial”, disse a executiva.
“Elon fez o que pouquíssimas pessoas na história fizeram: ele não apenas imaginou o futuro, como construiu empresas capazes de concretizá-lo”.
Gina destacou as conquistas da SpaceX em foguetes reutilizáveis, comunicações via satélite e tecnologia espacial. Ela afirmou que o trabalho da empresa vai continuar a moldar indústrias e economias por décadas.
Por sua vez, o director-executivo da Hancock Prospecting, Garry Korte, disse que garantir uma alocação na oferta pública inicial (IPO) altamente disputada foi uma conquista notável.
“Numa oferta pública inicial (IPO) com procura muito superior à oferta, a alocação de acções da SpaceX pela Hancock é um resultado muito satisfatório”, disse Korte.
“A SpaceX tem como objectivo o desenvolvimento de um negócio de infra-estrutura verticalmente integrado, possui capacidade de engenharia de ponta e busca reduzir custos por meio de técnicas de fabricação, escala e velocidade de desenvolvimento”.
“No futuro, também vemos a possibilidade de acordos mutuamente benéficos entre a SpaceX e os significativos investimentos da Hancock Prospecting em minerais críticos, à medida que cresce a procura por materiais e infra-estrutura necessários para dar suporte à tecnologia avançada”.
O acordo demonstra como a indústria de recursos naturais da Austrália busca cada vez mais exposição a empresas que desenvolvem tecnologias que impulsionarão a futura procura global por energia, minerais e conectividade.
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